Delegação de Setúbal

Fundo de Emergência
Fundo de Emergência

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"Ajude-nos antes, para ajudarmos depois."

Terramotos, tempestades, pandemias, grandes incêndios, cheias, terrorismo, tsunamis, vagas de frio/calor, acidentes ferroviários, deslizamento de terras... Estes desastres podem ocorrer a qualquer momento, quando menos esperamos, e nestas situações todos somos vulneráveis. As suas consequências são devastadoras, deixando as pessoas traumatizadas pela morte de familiares e amigos, e com a vida destruída pela perda das suas casas, bens e fontes de rendimento.

Só na última década mais de 2 biliões de pessoas foram afectadas por catástrofes naturais ou desastres provocados pelo homem, acidental ou intencionalmente.

Desastres mais prováveis

Factos & Números sobre desastres

Presentemente, poucas pessoas reflectem sobre estes perigos ou julgam que a probabilidade destes as afectarem é baixa. De um modo geral, a atitude mais comum é a negação da sua existência ou a sua percepção como um perigo local ou isolado que afecta apenas as comunidades mais vulneráveis.

E quando os desastres ocorrem, a polícia, os bombeiros e os serviços de emergência médica são os primeiros a responder. No entanto, quando o número de pessoas afectadas é grande, os recursos podem não ser suficientes. E quanto mais depressa a ajuda chegar, mais vidas se podem salvar. Os três primeiros dias após os desastres são fundamentais para salvar vidas.

As catástrofes como o tsunami no Oceano Índico, o furacão Katrina e o terramoto na Índia e no Paquistão resultaram num impressionante movimento de solidariedade sem precedentes. Mas estas também chamaram atenção para o longo período de tempo que decorreu entre organizar o pedido de apoio monetário e transferir o dinheiro necessário para responder a estas crises. Para muitas pessoas, este dinheiro chegou tarde demais...

Se, por um lado, é difícil prever-se a data, hora e localização exactas do próximo desastre, por outro, é possível estarmos preparados para evitar ou minimizar o seu impacto.

É por isso que a Cruz Vermelha Portuguesa criou um Fundo de Emergência.Um fundo que tem por finalidade criar as condições necessárias para que, numa situação de emergência nacional ou internacional, a intervenção da Cruz Vermelha Portuguesa seja rápida e eficaz junto das pessoas que têm a sua a vida, saúde ou dignidade ameaçadas.

Através deste fundo, a Rede da Cruz Vermelha Portuguesa pretende:

  • Efectuar campanhas de sensibilização.
  • Recrutar/treinar pessoal.
  • Adquirir equipamento especializado, como unidades móveis de telecomunicações ou hospitais de campanha.
  • Criar stocks de artigos de subsistência, incluindo alimentos, água, medicamentos, tendas, cobertores e vestuário.
  • Realizar outras acções de prevenção.

Desta forma, a Cruz Vermelha Portuguesa poderá estar apta a distribuir alimentação adequada, fornecer água potável, erigir sistemas de higiene e saneamento básico e abrigo temporário, bem como prestar cuidados médicos, incluindo apoio psicológico, nas horas imediatamente a seguir à ocorrência de uma catástrofe. E, depois de a ameaça passar, dar o apoio necessário na reabilitação das pessoas afectadas.

Por outro lado, este Fundo permitirá também dar resposta às crises humanitárias negligenciadas ou “esquecidas”, como são o caso, por exemplo, da elevada taxa de mortalidade de mães e bebés no Nepal, da imigração clandestina de África para a Europa e da fome no Malawi e no Níger. Estas situações, apesar de igualmente urgentes, recebem menos atenção dos Media e geram menor interesse público e, consequentemente, não captam tantos fundos como outras crises mais mediáticas.

Não espere que os desastres aconteçam. Ajude-nos com o seu contributo monetário. A sua ajuda pode fazer a diferença na vida de muitas pessoas. Quem sabe, até na sua.

Como fazer um donativo para o Fundo de Emergência